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Resgatando a Identidade e Assumindo a Autoridade

1 Ora, digo que por todo o tempo em que o herdeiro é menino, em nada difere de um servo, ainda que seja senhor de tudo; 2 mas está debaixo de tutores e curadores até o tempo determinado pelo pai. 3 Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos reduzidos à servidão debaixo dos rudimentos do mundo; 4 mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, 5 para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos. 6 E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. 7 Portanto já não és mais servo, mas filho; e se és filho, és também herdeiro por Deus. (Gl 4:1-7 RA)

Mas ele respondeu ao seu pai: ‘Olha! todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos. (Lc 15:29 NVI)

 

 

Participando

O maior inimigo do crente é o tempo, pois ele passa e vamos nos acostumando a viver rotinas. Por isso precisamos renovar sempre a nossa mente (Rm 12:2). Na parábola do filho pródigo vemos dois irmãos; um olhava para fora da casa e outro estava perdido dentro dela. O primeiro era esbanjador o segundo tinha mentalidade de escravo. (Lc 15:29 NVI). Reclamava de o pai nunca ter dado um cabrito para ele comer com os amigos, e não enxergava que como Filho, tudo o que era do pai era dele! Somos Filhos de Deus! Essa é nossa Identidade!

1. Como anda nossa vida cristã, motivada ou rotineira? Como podemos torná-la vibrante, e de fato vida abundante?

2. Quais são os “cabritos” que tem ocupado nossa vida e impedido de desfrutarmos de nossa real identidade: Filhos de Deus?

3. Como são as nossas orações: de escravo ou de filho? Quais são as diferenças entre elas tanto na expressão como no resultado?

Concluindo

A nossa autoridade já foi dada por Cristo (Lc 10:19), porém para a exercermos é necessária uma identidade curada. Somos Filhos!

Então vamos orar, renunciando toda mentalidade de escravo e pedindo a Deus que plante bem no fundo de nossas consciências, que não somos escravos, mas Filhos, e por isso podemos agir e viver como tal!

Elaborada por Ap. Paulo
Pregada por Pr. Mario em 17/03/19

 

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