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Livres do vício de julgar

1 Não julgueis, para que não sejais julgados. 2 Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. 3 Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? 4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5 Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão. (Mateus 7:1-5)

 

Participando

Há muitos vícios que aprisionam as pessoas. Porém hoje, nosso foco é sobre o vício de julgar. Enquanto outros vícios são aprendidos, julgar já nasce conosco. Julgar é condenar, é sentenciar. Deus só autoriza julgarmos a nós mesmos, para não sermos julgados (1Co 11:31). Ao julgarmos (ou condenarmos), estamos pedindo condenação também sobre nós! (1). Criticar e zombar também são formas de julgar!

1. Qual é a verdadeira motivação de nosso coração quando criticamos alguém? Ajudar, denegrir, se vingar, expressar amor etc.?

2. Zombar é achar graça de alguém, mas em tom de desprezo. Você já fez isso ou já recebeu isso? Vamos falar um pouco sobre.

3. O que você pretende fazer na prática para atingir a libertação do vício de julgar?

Concluindo

Se Jesus disse: “não julgueis”, é porque é possível fazer isso! Então vamos tomar o propósito de não julgar as pessoas, ainda que seja através da crítica ou da zombaria. Por outro lado, vamos julgar todas as coisas e reter o que é bom (1Ts 5:21). E por fim perdoar os que nos julgaram, ou julgam, para sairmos da prisão e do tormento.

Vamos orar pedindo o auxílio do Espírito Santo para que possamos atingir estes alvos libertadores?

Elaborada por Ap. Paulo
Pregada em 23/06/19

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