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“37 ¶ Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados; 38  dai, e dar-se-vos-á; boa
medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. 39
Propôs-lhes também uma parábola: Pode, porventura, um cego guiar a outro cego? Não cairão ambos no barranco? 40  O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre. 41  Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? 42  Como poderás dizer a teu irmão: Deixa, irmão, que eu tire o argueiro do teu olho, não vendo tu mesmo a trave que está no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.”

(Lucas 6:37-42 RA)

 

Jesus ordena a seus discípulos não julgar, não condenar, mas perdoar! “Só” isso já mudará totalmente nosso ano, se praticarmos. A repetição forma o hábito, quando treinamos, melhoramos. Se Jesus ordenou isso a seus discípulos é por que é possível um humano conseguir.

1. Vamos comentar o assunto, mostrando na prática como cumprir estas três ordens dadas por Jesus.

Na verdade só vemos nos outros aquilo que nós mesmos somos; e a isso chamamos de projeção. Assim, as nossas projeções sobre os outros, devem servir para conhecermos a nós mesmos. Só quando enxergamos o que realmente somos é que podemos mudar. Veja o que o apóstolo Paulo diz: “Portanto, és indesculpável, ó homem, quando julgas, quem quer que sejas; porque, no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas; pois praticas as próprias coisas que condenas. (Rm 2:1).

2. Ao olhar para as pessoas ao seu redor, o que é que você mais enxerga, critica, acusa, julga ou condena?

3. Que relação tem as coisas que você nos outros, com você mesmo?

Jesus conta duas pequenas histórias para ilustrar seu ensinamento. Cegos não podem guiar cegos e quem tem uma viga na frente dos olhos não deve tentar tirar o cisco do olho de alguém.

4. O que Jesus quis consolidar com estas duas pequenas histórias?

Vamos tomar algumas atitudes agora e orarmos?

· Um propósito firme de não julgarmos.

· Vamos renunciar todo julgamento que fizeram de nós.

· Vamos cancelar todo julgamento que liberamos sobre alguém.

Elaborada por Pr. Paulo

 

Pregada em 10/01/16